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Sabor em sala de aula: estudo prático sobre células é destaque em escola de Sapiranga
Atividades são desenvolvidas nas aulas de biologia com alunos das séries finais
  • 29 de abril de 2019
  • 00:00

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Fotos: Departamento de Comunicação

Crédito da Notícia: Departamento de Comunicação

Agregar conhecimento em sala de aula fugindo do método tradicional teórico é um dos destaques explorados pela professora Carla Braga em Sapiranga. Ela leciona a disciplina de biologia na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Maria Ruth Raymundo e resolveu inovar na forma de repassar os conhecimentos para alunos de 8º e 9º ano.

“A nossa proposta é fazer uma atividade diferenciada, porque geralmente os alunos reclamam que são muitos textos e em conjunto decidimos maneiras diferentes de realizar as atividades em sala de aula”, explica a professora. A ideia de apresentar formas diferentes para o ensino está dentro de um contexto da escola. “A proposta da escola está baseada em atividades que desenvolvam habilidades com competências, estimulando a iniciativa, a criatividade, a participação e o senso crítico”, pontua Simone Henn, coordenadora pedagógica da escola.

Célula comestível

Uma das atividades desenvolvidas pela professora Carla é a célula comestível, onde os próprios alunos exemplificam com doces e guloseimas uma célula e todo o processo de produção das iguarias precisam ser explorados pelos estudantes. “Eles mesmos fazem os doces ou suas famílias e, antes de comerem, precisam identificar cada parte do bolo, por exemplo, e são avaliados pelas respostas”, informa a professora.

Na proposta da célula comestível, cada organela é representada por uma guloseima diferente que compõe o doce pronto e todo esse processo de construção é exclusivo dos alunos e avaliado pela professora. “Nesse período em que estamos desenvolvendo esse projeto já percebemos que os resultados são muitos satisfatórios, eles apreendem efetivamente sobre o tema”, cita Carla. “Inclusive em uma prova escrita realizada posteriormente os resultados de conhecimento são percebidos por todo o envolvimento que eles têm”, completa a professora.

“Atividades como essa primam pela aquisição do conhecimento e apreensão dos saberes, efetivados no desenvolvimento integral do aluno”, aponta a coordenadora pedagógica.

Empolgação no rosto e nas produções dos alunos

Os alunos também comemoram a oportunidade de aprender com uma aula prática. “É muito legal e empolgante participar de uma aula assim”, comenta Kainan Marcolan, 13 anos. “Só escrevendo e escutando a professora falar a gente aprende, mas dessa forma o interesse é bem maior”, completa o aluno. Parceiro de trabalho de Kainan na construção da célula, Eduardo Daniel Rezene, 13 anos, também vibra com a oportunidade de uma aula diferente. “É uma experiência muito legal, onde a gente não precisa estar sempre copiando, é muito bom fazer uma coisa diferente”, cita o aluno. “Com a célula comestível a gente se empolga, quer aprender e precisa aprender para fazer uma apresentação bonita”, continua Kainan. “É algo diferente de só quadro e caderno”, finaliza Eduardo.

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