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HISTÓRIA DEPREDADA - Vândalos destroem histórico monumento do Coronel Genuíno
Estátua erguida em 1931 teve cabeça arrancada e totalmente destruída, além de placas pichadas
  • 26 de outubro de 2016
  • 00:00

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Fotos: Hermes Reich/Departamento de Comunicação

Crédito da Notícia: Departamento de Comunicação

A ação de vândalos e pichadores em Sapiranga atingiu um dos monumento mais antigos da cidade, a estátua do Coronel Genuíno Sampaio, erguida em 1931, e que faz parte do roteiro turístico Caminhos de Jacobina. Personagem polêmico da Batalha dos Mucker, o coronel, falecido 20 de julho de 1874, durante os confrontos no Morro Ferrabraz, teve o monumento feito pelos escultores R.R. Sherer e A. Küchler. A estátua foi encontrada sem a cabeça (ela foi totalmente destruída em cacos pelos vândalos) e com as placas pichadas. Nesta quarta-feira, 26 de outubro, a arquiteta na Carolina Oliveira da Fonseca, da Secretaria Municipal de Planejamento de Sapiranga, esteve no local averiguando os danos.
A estátua foi construída no local onde supostamente teria morrido o coronel, no pé do Morro Ferrabraz, ao lado de onde hoje fica a sede da Associação Gaúcha de Voo Livre (AGVL). A cabeça foi arrancada e totalmente destruída. “Fomos surpreendidos com esta notícia horrível. É lamentável assistir uma cena dessas, é uma perda histórica irreparável”, lamentou Carolina. Ela afirma também que depois do registro de ocorrência o próximo passo é tentar localizar algum descendente dos escultores , saber se existe alguma espécie de molde para poder reconstruir a peça. O material utilizado na construção da estátua era o arenito, que se desmanchou e ficou inaproveitável. Nem mesmo o Memorial da Reconciliação, inaugurado em 2009, construído próximo à estátua, foi poupado, recebendo várias pichações dos vândalos. O monumento é uma simbólica assinatura de paz e amizade entre descendentes de colonos alemães e de famílias dos Mucker envolvidos no trágico episódio que resultou em um massacre em 1874.
“Apesar de ser discutível a homenagem a um militar que participou de um massacre ocorrido há 142 anos, é indiscutível a importância histórica de um monumento que representa o pensamento de uma época, e que foi erguido há 85 anos, antes mesmo da emancipação de Sapiranga. O desrespeito e a falta de noção desta ação de vândalos e pichadores demonstra o quanto algumas pessoas ainda precisam evoluir quando se trata de preservação da memória de uma comunidade”, coloca o assessor de imprensa da Prefeitura, Guilherme Schmidt. “É lamentável ver um patrimônio ser destruído assim, de forma estúpida, condenável e criminosa.”
A punição para pichadores de monumentos públicos está prevista no artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais 9.605/98 e na Lei 12.408/2011. Os infratores estão passíveis de detenção de seis meses a um ano, além de multa. A pena varia de acordo com o valor artístico, arqueológico ou histórico da peça danificada e, se é tombada, ou não.

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