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Semana Pedagógica 2026 valoriza todos os servidores da Educação e reforça compromisso com o cuidado aos alunos
Evento incluiu professores e profissionais não docentes no Centro de Cultura ao longo de três dias
  • 13 de fevereiro de 2026
  • 17:52

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A Semana Pedagógica 2026 da rede municipal de ensino de Sapiranga foi marcada por um movimento histórico: pela primeira vez, a programação incluiu servidores não docentes, reconhecendo o papel essencial de cada profissional na formação dos estudantes. Realizado nos dias 11, 12 e 13 de fevereiro, no Centro Municipal de Cultura Lucio Fleck, o evento reuniu professores, equipes diretivas, merendeiras, auxiliares de sala, monitores, agentes administrativos e profissionais de serviços gerais em três dias de formação, acolhimento e inspiração.

Na abertura oficial, a prefeita Carina Nath destacou o compromisso coletivo que sustenta a Educação do município. “Cada um de vocês aqui, independente da função, tem um compromisso: cuidar dos nossos alunos. Um compromisso que vai além do educar. Muito obrigada por tudo o que vocês fazem pelos nossos alunos e pelas pessoas. Obrigada também pela dedicação, pelo comprometimento de vocês. Eu espero que esse 2026 seja fantástico para todos e que vocês alcancem tudo o que vocês projetarem”, afirmou. O vice-prefeito Caleb Santos também participou da recepção aos servidores.

Todos os participantes foram recebidos com um kit personalizado com o tema “Uma educação que acolhe, ensina e desperta o melhor de cada aluno, contento uma sacola tipo bag, caderno 2026, bloco de anotações, caneta e uma camiseta. No primeiro dia (quarta, 11), aproximadamente 630 servidores que não são professores participaram de uma programação exclusiva, uma iniciativa inédita na realização da Semana Pedagógica. O dia foi dedicado ao reconhecimento do trabalho daqueles que atuam fora da docência, mas que são fundamentais para o funcionamento das escolas e para o bem-estar dos estudantes.

A palestra “O Poder da Positividade: Acolhendo servidores da Educação”, com Geraldo Rufino, trouxe uma mensagem potente sobre propósito e transformação social. Em sua fala, ele destacou a importância da base educacional na construção de um país mais justo. “Tudo acontece na base, a base começa na família e a família é orientada pela Educação, pelo que as crianças levam pra casa. Quando se prepara esses servidores para que tenham consciência do quanto eles são fundamentais, é aí que conseguimos melhorar e crescer, fazendo o país ocupar o lugar que ele merece. E é isso que vai transformar o Brasil: a força da Educação”, ressaltou.

Na quinta-feira (12), foi a vez de aproximadamente 970 professores, diretores e vice-diretores participarem da programação. A Dra. Ana Beatriz Barbosa conduziu a palestra “Felicidade: Ciência e prática para uma vida feliz – Acolhendo professores para uma Educação mais humana e eficaz”, trazendo reflexões profundas sobre saúde mental e propósito.

Durante o encontro, ela destacou a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) para saúde mental como um estado de bem-estar em que a pessoa reconhece seus talentos, utiliza suas capacidades de forma produtiva e compartilha os resultados desse trabalho com os outros. “Ou seja, somamos na vida dos outros. Não existe felicidade nem saúde mental que seja definida como uma coisa única. Sem Educação não há saúde mental, e sem saúde mental não há condição de ser feliz. E ser feliz vale muito a pena. ‘Mas tudo começa na Educação?’ A resposta é sim”, afirmou.

Encerrando a programação, na sexta-feira (13), os professores participaram da palestra “Nobreza negra: Práticas antirracistas no cotidiano escolar”, com a palestrante Perla Santos. A autora compartilhou vivências pessoais e reflexões sobre representatividade e construção de identidades no ambiente escolar. “Quando eu estava na escola, as únicas pessoas que se pareciam comigo eram o porteiro, as pessoas responsáveis pela limpeza. Não que essas profissões não sejam dignas e importantes, não é isso. Mas eu olhava para as lideranças, para a diretora, para as professoras, elas não eram parecidas comigo. E a partir disso a gente começa a imaginar que o nosso lugar são apenas aqueles espaços de subalternização. Então pensem o quanto é importante a gente ter outros livros que tragam uma nova imagem de África, e apontar para novas possibilidades, novos rumos que esses estudantes podem ocupar”, refletiu.

Ao longo dos três dias, a Semana Pedagógica reafirmou que educar é um ato coletivo, que envolve cuidado, responsabilidade e visão de futuro. Com o início do ano letivo, a rede municipal renova seu compromisso com os estudantes e com a construção de um futuro que começa, todos os dias, dentro das escolas.

 

Texto: Bruna Bernardo | Fotos: Felipe Silva

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